E.E. de Ensino Médio Polisinos

 

Escola Polisinos participa da FEICICC

Profª. Lindsey Hellmann com as alunas do 3º ano C da EEEM Polisinos

 

As alunas Ana Luiza Silva de Souza, Franciele Oliveira Azevedo e Luiza Gehring   do  3º ano  da Escola Estadual de Ensino Médio Polisinos, participaram  da  FEICICC - Feira Regional de Iniciação Científica do Colégio Luterano Concórdia em São Leopoldo, nos dias 03 e 04 de setembro

O trabalho “Alimentos industrializados: Vilão ou mocinho da criançada?” obteve  a premiação de  1º lugar Melhor Relatório Científico, na categoria Ensino Médio e CCTT.

O projeto delas foi desenvolvido na disciplina de Seminários Integrados e Projetos com orientação da Profª. Lindsey Hellmann. Esse trabalho foi um dos vencedores da 2ª Feria de Politecnia Polisinos 2014.

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Fonte: Colaboração da escola.

 

 

 

 

 

Escola de São Leopoldo lança Poliantologia

 

Mais uma vez a comunidade da Escola Polisinos, de São Leopoldo, se aventura na arte das letras e lança, na última quarta (11), seu quinto livro do Projeto Poliantologia. O coquetel de lançamento, com direito a autógrafos, contou com a participação de representantes de toda a comunidade escolar e autoridades como a titular da 2ª CRE, Rosana Santos, a representante das bibliotecas escolares da Secretaria de Educação do Estado (SEDUC), Maria do Carmo Mizetti, e o secretário de Educação do Município de São Leopoldo, Daniela Daut.

Enfatizando a temática do sucesso, o livro “Ao alcance de nossas mãos”, organizado pela professora Simone Dillemburg, reúne 99 textos de alunos, professores e funcionários. A publicação contou com o apoio financeiro da Secretaria de Educação do Estado (SEDUC) e o apoio técnico da Unisinos, através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), coordenado pela professora Maria Helena Albe.

Com a intenção de incentivar a leitura e a escrita, surgiu, em 2004, o Projeto Poliantologia, criado pelo professor Waldui Aquino. De lá pra cá, a comunidade escolar nunca mais parou de produzir. A diretora da escola, Glacir Pelegrino Viganigo, atribui o sucesso à satisfação da autoria: “é muito emocionante ver a alegria dos alunos ao se perceberem autores e é gratificante para nós professores porque sabemos que contribuímos para a formação de leitores e escritores”. A coordenadora da 2ª CRE também enfatizou a importância da formação do hábito da leitura: “a leitura tem um potencial transformador fantástico e precisamos criar estratégias nas escolas e nas casas para formar mais leitores”. A coordenadora lembra que o Brasil ainda tem índices baixos no quesito leitura; as estatísticas apontam que o brasileiro lê, em média, 1,8 livros ao ano, o que é um número baixo se comparado com outros países do mundo. Mizetti elogia a iniciativa da escola e conta, inclusive, que levou os cinco livros da antologia e que relatou a prática de formação de leitores da escola em congresso sobre leitura, na Alemanha.

O primeiro livro, de 2004, tinha como tema a amizade e levou o título “Conto contigo”. A publicação do livro foi possível graças ao apoio da comunidade escolar. Em 2006, o segundo livro da antologia contemplou o tema amor, com o título “O código da gente” e foi patrocinado por empresários locais. Em 2009, o livro “Presente” recebeu verbas do governo federal para a sua publicação. O quarto livro, de 2011, “Nosso jeito de ser”, recebeu o apoio da Unisinos, através do PIBID.

 

 

 

Alunos do Polisinos fazem “assalto poético”

 

 

Poesia e música sempre fazem bem para a alma, isso é quase um consenso. Porém, o efeito da arte é ainda mais surpreendente quando ela irrompe nas horas e nos ambientes menos esperados, como na fila do supermercado, na estação de trem, na agência bancária e em diversos departamentos públicos. Esse “assalto poético” feito pelos alunos das oitavas séries da Escola Polisinos, de São Leopoldo, também promoveu uma parada na rotina dos trabalhadores da 2ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) na última quarta-feira (04).

Lendo clássicos da poesia brasileira ao som de violino e violão, os alunos emocionaram os espectadores. Emocionaram também pela demonstração de sensibilidade, pois, ao contrário do que muitos acreditam, os adolescentes apreciam poesia. O projeto coordenado pela professora Maria Cristina Pisaroglo surgiu nas aulas de Artes e literalmente se espalhou pela cidade. “Arte tem esse poder, de borrar fronteiras e de invadir muros e paredes”, explica a professora Manoela Souza, também da Escola Polisinos. Os livros de poesia, que agora fazem parte dos hábitos de leitura dos alunos, foram enviados às bibliotecas escolares pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC).