1º Encontro regional de escolas de ensino médio politécnico em São Leopoldo

10/10/2013 10:02

1º Encontro regional de escolas de ensino médio politécnico em São Leopoldo

 

O primeiro encontro de formação inter-regional dos profissionais que atuam nas escolas de ensino médio politécnico aconteceu na quinta-feira (10), no auditório do Colégio São Luís, em São Leopoldo. Cerca de 330 professores das escolas de ensino médio da 2ª e da 27ª coordenadoria regional de educação, de São Leopoldo e de Canoas, respectivamente, puderam trocar experiências e aprofundar aspectos teóricos sobre a politecnia.

Os professores foram recepcionados com a apresentação da banda da Escola Alvino Weber, de Novo Hamburgo e saudados pela coordenadora da 2ª CRE, Rosana Santos. Rosana destacou a necessidade de construirmos uma escola que atenda às novas demandas sociais e que contemple as novas concepções de infância e de adolescência. “Precisamos fazer a travessia e ver o que está do outro lado, o que não podemos é persistir em um modelo educacional descontextualizado e excludente”. À tarde, foi a vez do coral de pais, alunos e professores da Escola Fernando Ferrari, de Campo Bom, emocionar a plateia com a performance de músicas como Romaria, de Elis Regina.

A dinâmica do encontro incluiu relatos de experiências, palestras e mesa redonda para discutir as contribuições das escolas. A representante do Ensino Médio Politécnico da Secretaria de Educação do Estado (SEDUC), Vera Ferreira, aprofundou aspectos relacionados ao Seminário Integrado. Os assessores pedagógicos da SEDUC, Neusa Hartmann e Elmar Sorio, abordaram o princípio pedagógico da pesquisa, da interdisciplinaridade e da avaliação emancipatória.

Para o professor da Escola Leonardo Fritzen (São Vendelino), Rafael Backes, não restam dúvidas em relação à proposta da politecnia: “a concepção é excelente, precisamos agora nos aprofundar e discutir nossas práticas pedagógicas em espaços de formação como este”.

Para a coordenadora-adjunta e chefe do setor pedagógico da 2ª CRE, Rosana Chinazzo, a formação foi muito boa, pois as escolas participaram bastante e as práticas superaram as expectativas. “Quando vemos a excelência dos projetos desenvolvidos pelas escolas nos convencemos de que é possível fazer uma educação diferente e de que a politecnia responde às demandas educacionais da contemporaneidade”, avalia.