Coordenadora da 2ª CRE visita Mostratec, em Novo Hamburgo

22/10/2013 11:33

 

 

Nesta terça (22) a titular da 2ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Rosana Santos, prestigiou as exposições da Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), na Fenac, em novo Hamburgo. A Feira, que é anual e é organizada pela Fundação Técnica Liberato, acontece de 21 a 24 de outubro e reúne mais de 300 pesquisas de estudantes de nível médio, educação profissional de nível técnico do mundo todo.

Quatro pesquisas de escolas da 2ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) estão disputando as premiações da Mostratec. Para chegar a esta fase, as escolas percorrem um longo trajeto de exposições. Primeiramente, é preciso receber credenciais na Mostra de Escolas de Educação Profissional (MEP), que aconteceu em Caxias, de 25 a 27 de setembro. Depois, é necessário se classificar na Feira Estadual de Ciência e Tecnologia da Educação Profissional e Ensino Médio (FECITEP), ocorrida em Porto Alegre, de 15 a 17 de outubro. Para a aluna Bruna Tasca, representando a Escola Monteiro Lobato, de Taquara, a experiência das feiras é uma verdadeira oportunidade de crescimento: “é um passaporte para o mundo”, avalia.

As quatro pesquisas que estão representando a 2ª CRE na Mostratec são “Jardim sustentável de ervas alimentícias não convencionais”, do Centro Estadual de Educação Profissional Visconde de São Leopoldo, da cidade de São Leopoldo, e três projetos da Escola Técnica São João Batista, de Montenegro: “Embalagem Biodegradável a partir da fécula de mandioca”; “Varal inteligente” e “Roteiro turístico cultural e natural dentro do município de Pareci Novo- Caminho das Três Marias”. Para as alunas Jéssica Carla de Azevedo e Maria Luísa Vargas de Avila, da Escola São João Batista, os momentos de integração com outras culturas são impagáveis. “Estamos ansiosas pelas atividades que ocorrerão à noite, em que cada país fará apresentações artísticas típicas, haverá momentos de troca de souvenirs e bate papos”, comemoram.

A diversidade cultural, esperada em encontros internacionais, se manifesta no colorido das vestimentas típicas, nas diferentes línguas e nos diferentes costumes. Este foi o caso de um grupo de pesquisadores da Indonésia, que saudou a coordenadora Rosana com um amistoso namastê. Os estudantes do Cazaquistão chamaram a atenção com suas roupas coloridas e brilhantes, sempre dispostos a fotografar. Os jovens cientistas do Peru evocaram a cultura ancestral, homenageando, através da indumentária, as deidades do sol.

 

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Jornalista responsável: Mariléia Sell