Coordenadoria reúne diretores para discutir alimentação escolar

17/06/2013 09:51

 

 

Dando continuidade à formação de diretores, a 2ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) realiza a terceira reunião, orientando sobre a prestação de contas da alimentação escolar. A reunião foi dividida em duas etapas, na terça e na quinta (2 e 4), no Colégio PV Sinos, em São Leopoldo. A primeira formação foi sobre o Censo Escolar e a segunda foi sobre recursos financeiros da educação. De acordo com a diretora administrativa da 2ª CRE, Ruth Kessler, a formação sobre alimentação escolar encerra o bloco de assuntos do setor administrativo. Ao longo do segundo semestre, os diretores ainda receberão formação do setor de Recursos Humanos e do Setor Pedagógico.

A assessora da alimentação escolar da 2ª CRE, Eliana Cardoso Vieira, começou fazendo um retrospecto histórico do Programa. Segundo esclarece, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é o mais antigo do país, tendo começado na década de 1950 para resolver o problema da mortalidade infantil, decorrente da desnutrição. De lá pra cá o Programa vem se adequando às novas demandas sociais e ampliando o seu alcance. A alimentação escolar é um direito de todos os alunos matriculados na Educação Básica, que abrange a Educação infantil, o Ensino Fundamental, o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos. “Como a tendência é a de o aluno permanecer cada vez mais tempo no espaço escolar, o Programa da alimentação escolar precisa se adequar a essa realidade”, explica Eliana. Essa adequação se dá através da criação de programas e verbas suplementares, como, por exemplo, o Programa Mais Educação.

Uma entre as muitas evoluções do Programa de Alimentação Escolar é o cardápio regionalizado, cujo objetivo é o de valorizar as culturas gastronômicas locais. Para implementar o cardápio regionalizado e fomentar a economia familiar, apostou-se no investimento da agricultura familiar. Conforme prerrogativa do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), 30% do total dos recursos destinados à alimentação escolar devem ser investidos em produtos locais, produzidos por pequenos agricultores.