Encontro Regional da 2ª CRE reúne 300 alfabetizadores

19/10/2013 11:31

 

Nem mesmo um seminário ao sábado abateu o ânimo de 300 alfabetizadores das escolas da 2ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), que se reuniram no último dia 19, no auditório do Colégio São Luiz, em São Leopoldo, para discutir a ludicidade no processo de alfabetização. São ao todo 11 polos, nas cidades de São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taquara, Igrejinha, Montenegro, Feliz e Sapiranga, que abrangem os 38 municípios da 2ª regional, a dar continuidade aos debates pedagógicos do Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC).

Com dinâmicas de integração, palestras, relatos de experiências e vídeos, as orientadoras de estudo dos polos, Juliana Espinoza Souza, Cleci Maria Souza, Ledyane Garcia Lucena, Patrícia Mendel, Carla Rheinheimer, Cristiane Regina Cardoso Guterres, Fabiane Armborst, Jenifer da Rosa Lana, Maria Giane Campiol da Rosa, Sílvia Maria Borges Tolentino e Odete Lopes Hahn, conduziram a programação do Seminário.

A professora Cristiane de Ávila Lopes, da Universidade Federal de Pelotas, enfocou, em sua palestra, a ludicidade no ciclo de alfabetização, trazendo para o debate a importância das brincadeiras e dos jogos na articulação das diferentes áreas de conhecimento. E por falar em brincadeiras, os professores participaram de dinâmicas em que puderam brincar, pular, dançar, gargalhar, como se fossem crianças. Aliás, como alerta a formadora Juliana Espinoza, “brincar é assunto muito sério e é através das vivências que conseguimos recordar a criança que existe em cada um de nós”.

A coordenadora da 2ª CRE, Rosana Santos, prestigiou o evento e se emocionou com a massiva participação e engajamento dos alfabetizadores em pleno sábado, nos turnos da manhã e da tarde. “ Ver todo esse comprometimento e alegria para debater a alfabetização de nossas crianças prova que estava na hora de repensarmos o processo, um processo que respeite o tempo de cada criança e que compreenda de forma mais ampla a aprendizagem”, ressalta. Rosana ainda enfatiza que a brincadeira, em um sentido ampliado, deve ser parte da prática pedagógica para se tornar uma experiência de aprendizagem.

 

Jornalista responsável: Mariléia Sell