Professores da 2ª CRE têm formação sobre o Pacto do Ensino Médio

16/04/2014 10:58

Professores da 2ª CRE têm formação sobre o Pacto do Ensino Médio

 

Ontem e hoje (15 e 16) os 97 formadores do Pacto do Ensino Médio das Escolas da 2ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) estão reunidos para discutir a reestruturação curricular, no auditório do Colégio Frederico Schmidt, em São Leopoldo. Trata-se da segunda etapa de formação para aprofundar aspectos conceituais do Pacto, como a gestão democrática, a formação integral, a interdisciplinaridade, a avaliação emancipatória, a questão histórica do Ensino Médio e as juventudes. Nas palavras da professora Luciele Pioly, do Colégio João Mosmann, de Parobé, esses conceitos permitem ao professor estabelecer relações com a vida dos alunos, “de maneira sistêmica, global e integral”.

Os seis cadernos sobre o Pacto, elaborados pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), serviram de subsídio para a dinâmica da formação. Os formadores participaram de debates em pequenos e grandes grupos, oficinas e trabalho de planejamento da formação, que deverá acontecer em cada uma das 80 escolas de Ensino Médio da 2ª CRE. Cada formador assumirá o papel de multiplicador em suas escolas e será responsável por organizar espaços de formação, que somarão, até o final de julho, 100 horas de estudos (50 presenciais e 50 à distância). A formação oferecida será monitorada pelo próprio MEC, pela Secretaria de Educação do Estado (Seduc) e pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

De acordo com os formadores regionais do Pacto pela 2ª CRE, Juliana Espinoza Souza e Paulo Taufer, os estudos estão sendo muito produtivos. “Assumimos um contrato e todos estão cientes de que não se trata de uma ação isolada, mas da reestruturação curricular do Ensino Médio no Brasil”, afirma Juliana. Paulo esclarece ainda que todos os formadores das escolas estão saindo da formação com a clareza sobre o seu papel pedagógico nesse processo.

O professor Fabrício Colombo, da Escola Haydee Mello Rostirolla, de São Leopoldo, acredita que essa formação promova uma mudança na maneira de os professores darem aula: “espero que a escola deixe de ser um lugar de reprodução do conhecimento e assuma o seu lugar de criadora de conhecimento”. Fabrício acredita que somente com essa mudança de paradigma é que a escola formará cidadãos. As formações do Pacto ocorrem dentro das horas atividade dos professores e cada professor de Ensino Médio receberá uma bolsa mensal de R$ 200,00. Os formadores responsáveis pela multiplicação em suas escolas recebem uma bolsa de R$ 765,00.

Veja mais fotos na galeria de fotos.

 

Jornalista responsável: Mariléia Sell

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