Projetos para a IV Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente são avaliados

03/10/2013 16:02

 

  

Cento e nove projetos sobre meio ambiente de escolas de abrangência da 2ª CRE (estaduais, municipais e particulares) foram analisados nesta quinta-feira (3), pela comissão avaliadora do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul. Os projetos foram elaborados por alunos do sexto ao nono ano do Ensino Fundamental, após o término das conferências ambientais nas escolas. A etapa regional classificará 34 projetos, que participarão da etapa estadual e nacional.
Entre os critérios de avalição estão a pertinência, a clareza, a relevância e a viabilidade do projeto. O projeto precisava conter os dados da escola, a proposta para tornar a escola mais sustentável, o objetivo, os responsáveis e parceiros da ação, os recursos necessários e especificações do tipo onde, quando e como acontecerá o projeto. Na etapa estadual, que iniciará no dia 07 de outubro, serão selecionados 27 projetos. A novidade desta etapa é que os proponentes (jovens de 11 a 14 anos) terão de defender os projetos para os avaliadores. A etapa nacional, que ocorre de 22 a 29 de novembro, selecionará quatro propostas de cada estado da federação e os projetos serão incluídos na carta de responsabilidades: “Vamos cuidar do Brasil com escolas sustentáveis”.
O Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul é composto por 82 jovens ambientalistas, de 15 a 29 anos, autoindicados e voluntários que realizam trabalhos tanto com a educação formal quanto com a informal. O Coletivo trabalha com a horizontalidade e se pauta por três princípios: jovem educa jovem; jovem escolhe jovem; uma geração aprende com a outra.
De acordo com a avaliadora veterana Sabrina Amaral, os trabalhos, em sua grande maioria, apresentaram muita qualidade. Para o avaliador iniciante, Nicolas Mattana, o processo é uma oportunidade de aprendizagem, pois, ao ler as propostas, vai aprendendo sobre como colocar as ideias na prática. Francisco Lemos de Menezes, responsável pela educação ambiental na 2ª CRE considera a participação na região boa, o que, segundo ele, comprova que a geração mais jovem, ao contrário do que muitas vezes se imagina, está preocupada com as questões ambientais.

 

Jornalista responsável: Mariléia Sell